Apresentação do programa

Incorpore as técnicas mais especializadas da Fisioterapia na Intervenção Precoce Precoce à sua prática diária, através desta Capacitação prática” 

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A complexidade das lesões que os fisioterapeutas tratam em consultas com pacientes em idade precoce, torna essencial que eles tenham um conhecimento completo e atualizado dos tratamentos mais utilizados. Dessa forma, poderão lidar de forma muito mais eficaz com pacientes que sofrem de paralisia cerebral, atraso maturacional, lesões na medula espinhal ou distrofias musculares.  

Diante dessa realidade, a TECH criou esta Capacitação prática em Fisioterapia na Intervenção Precoce Precoce, que dá uma resposta imediata à necessidade de atualização dos profissionais. Dessa forma, o aluno que cursar este programa o fará em um conceituado centro clínico, onde será orientado por um profissional especializado nessa área. 

Essa imersão prática o colocará a par das técnicas, métodos e ferramentas utilizados pelos melhores profissionais para poder realizar avaliações, diagnósticos e tratamentos adaptados a cada caso. Uma oportunidade única de participar de um estágio prático, com duração de 3 semanas, que somente esta instituição acadêmica pode oferecer.

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Especialize-se seguindo uma prática criada por especialistas que enfrentam diariamente novos desafios em seu trabalho profissional” 

Planeamento do ensino

Este programa de estudos consiste em um estágio prático, com duração de 3 semana, de segunda a sexta-feira, com jornadas de oito horas, em um prestigiado centro, sempre sob a supervisão de um especialista assistente. O estágio vai permitir que os profissionais atendam pacientes reais ao lado de uma equipe com excelentes referências na área de Fisioterapia Pediátrica. Dessa forma, o aluno poderá aplicar, desde o primeiro dia, os procedimentos de avaliação, diagnóstico e intervenção utilizados pelos melhores profissionais dessa especialidade.

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Nesta proposta de capacitação de caráter totalmente prático, as atividades visam desenvolver e aperfeiçoar as competências necessárias para prestar serviços de atendimento terapêutico em áreas e condições que exigem um alto nível de qualificação, orientadas à capacitação específica para o exercício da atividade, em um ambiente de segurança para o paciente e de alto desempenho profissional.  

Portanto, a TECH oferece um programa de estudos perfeito, que atende às necessidades reais dos profissionais e favorece a integração das técnicas mais úteis na prática diária. Tudo isso, durante um estágio intensivo, em um centro de excelência e com fisioterapeutas especializados e experientes em lidar com pacientes em idade precoce, o que requer atenção cuidadosa e avançada.

O ensino prático será realizado com a participação ativa do aluno executando as atividades e procedimentos de cada área de competência (aprender a aprender e aprender a fazer), com o acompanhamento e orientação de professores e outros colegas de capacitação que facilitem o trabalho em equipe e a integração multidisciplinar como competências transversais para a prática da fisioterapia (aprender a ser e aprender a conviver). 

Os procedimentos descritos abaixo formarão a base da parte prática da capacitação, e sua implementação está sujeita tanto à idoneidade dos pacientes quanto à disponibilidade do centro e sua carga de trabalho, tendo as seguintes atividades propostas: 

Atenção Precoce

  • Colocar em prática os principais métodos de intervenção da CIF
  • Praticar a comunicação com a família nos processos de reabilitação
  • Manejar os aspectos psicológicos das crianças durante as sessões de fisioterapia

Desenvolvimento normal e patológico da criança

  • Pautar as atividades a serem realizadas de acordo com a faixa etária da criança
  • Observar possíveis sinais de alerta e indicadores de irregularidades
  • Criar atividades que desenvolvam a lateralidade e os reflexos normais do bebê
  • Praticar o desenvolvimento cognitivo e verbal das crianças

Patologias na infância

  • Detectar possíveis patologias comuns na infância, como atrofia muscular espinhal ou doenças neuromusculares
  • Trabalhar para o desenvolvimento fisioterapêutico de bebês prematuros
  • Gerenciar distúrbios auditivos ou visuais nos processos de fisioterapia
  • Tratar possíveis patologias cardíacas congênitas, acondroplasia ou espinha bífida

Paralisia cerebral infantil (PIC) e síndromes

  • Trabalhar a espasticidade em bebês com PIC
  • Abordar os problemas decorrentes da paralisia cerebral infantil
  • Adaptar atividades para pacientes com síndrome de Down, Prader-Willi, Angelman ou Turner

Avanços na neurociência pediátrica

  • Avaliar o desenvolvimento do SNC do bebê, especialmente nos períodos mais críticos e sensíveis
  • Desenvolver e realizar atividades que aprimorem o desenvolvimento motor de crianças com dificuldades
  • Introduzir técnicas de neurorreabilitação no trabalho diário de crianças com deficiência motora
  • Avaliar o uso da telerreabilitação quando necessário, desenvolvendo um programa para aproveitar essa modalidade

Avaliação pediátrica

  • Realizar uma avaliação motora, da marcha e do tônus muscular na criança
  • Detectar os principais sinais de alerta ao realizar as avaliações pediátricas
  • Realizar os questionários ASEBA
  • Determinar as diretrizes a serem seguidas no bebê com base nas escalas atuais de desenvolvimento motor

Avaliação e intervenção eficazes no autismo

  • Trabalhar com os principais testes diagnósticos para TEA em pacientes com suspeita de TEA
  • Intervir com base nas evidências mais recentes de terapias para crianças com TEA
  • Planejar uma sessão típica de fisioterapia para crianças com TEA, com os materiais e condições apropriados
  • Realizar um levantamento precoce do TEA, avaliando os marcos do desenvolvimento e os testes mais atuais

Fisioterapia respiratória em Pediatria

  • Desenvolver a fisioterapia em crianças com condições respiratórias complexas
  • Utilizar técnicas específicas de fisioterapia respiratória
  • Realizar avaliação fisioterapêutica pediátrica em pacientes com bronquiolite, pneumonia, atelectasia, asma ou ORL

Fisioterapia no atendimento à primeira infância 

  • Utilizar a brincadeira como método terapêutico, fazendo uso de atividades e brinquedos de acordo com a idade
  • Avaliar o uso de aparelhos ortopédicos de mobilidade nos casos em que for necessário
  • Realizar terapias como bobath, vojta, massagem shantala ou le metayer

Novas perspectivas na Atenção Precoce

  • Abordar a obesidade infantil com atividades voltadas para a fisioterapia
  • Planejar terapias com animais de acordo com seus benefícios e aplicações
  • Fazer uso de novas tecnologias, como a realidade virtual, no ambiente fisioterapêutico
  • Utilizar bancos de dados, artigos científicos e os principais recursos fisioterapêuticos para apoiar o trabalho na clínica
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Capacite-se em uma instituição que pode lhe oferecer estas possibilidades, com um programa de estudos inovador e uma equipe de especialistas capaz de desenvolver ao máximo seu potencial"

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