Qualificação universitária
A maior escola de educação do mundo”
Apresentação do programa
Domine, através desta capacitação, os protocolos de implementação dos programas TEACCH e INMER no campo educacional"
Atualmente, aproximadamente 1 em cada 10 crianças sofre de autismo, conforme estimado por um estudo recente elaborado pela Organização Mundial da Saúde. Na esfera educacional, esses jovens precisam de atenção específica para que possam aprender e garantir seu bem-estar psicológico no dia a dia. Nesse sentido, uma série de metodologias foi desenvolvida para atingir esses objetivos, com base no uso de novas tecnologias, que os profissionais da educação devem dominar para preservar o desenvolvimento dos alunos com Transtornos do Espectro Autista.
Por esse motivo, a TECH criou este Curso, com o objetivo principal de permitir que os alunos ampliem suas habilidades para lidar com pessoas que sofrem de autismo, a fim de exercer sua profissão com o máximo de solvência. Ao longo desse itinerário acadêmico, o aluno se aprofundará no uso de recursos que favorecem a aprendizagem mediada pelas TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) e assimilará os protocolos para a implementação de programas educacionais destinados a aprimorar o ensino de jovens com esse transtorno. Além disso, adotará as habilidades necessárias para lidar com as famílias e oferecer-lhes conselhos que favoreçam o desenvolvimento da criança.
Tudo isso, por meio de uma metodologia 100% online, que permitirá ao aluno obter uma aprendizagem eficiente graças ao gerenciamento de seus horários de estudo ajustados às suas necessidades. Da mesma forma, os conteúdos didáticos que o aluno terá neste Curso foram elaborados pelos melhores especialistas na intervenção com jovens com autismo, de modo que o conhecimento adquirido será totalmente aplicável em suas experiências de trabalho.
Matricule-se neste Curso e multiplique suas oportunidades de trabalho no setor de educação para jovens com necessidades específicas"
Este Curso de Autismo conta com o conteúdo mais completo e atualizado do mercado. Suas principais características são:
- O desenvolvimento de estudos de caso apresentados por especialistas em aulas para pessoas com necessidades especiais
- Os conteúdos gráficos, esquemáticos e extremamente úteis fornecem informações práticas sobre as disciplinas indispensáveis para o exercício da profissão
- Exercícios práticos onde o processo de autoavaliação é realizado para melhorar a aprendizagem
- Destaque especial para as metodologias inovadoras
- Lições teóricas, perguntas a especialistas, fóruns de discussão sobre temas controversos e trabalhos de reflexão individual
- Disponibilidade de acesso a todo o conteúdo a partir de qualquer dispositivo, fixo ou portátil, com conexão à Internet
Este é um programa que promove uma aprendizagem eficiente e totalmente adaptada às suas necessidades, graças à modalidade 100% online da TECH”
O programa de estudos inclui em seu corpo docente profissionais do setor que trazem a experiência de seu trabalho para esta capacitação, além de renomados especialistas de sociedades líderes e universidades de prestígio.
O conteúdo multimídia, desenvolvido com a mais recente tecnologia educacional, permitirá ao profissional uma aprendizagem contextualizada, ou seja, realizada através de um ambiente simulado, proporcionando uma capacitação imersiva e programada para praticar diante de situações reais.
A proposta deste plano de estudos se fundamenta na Aprendizagem Baseada em Problemas, onde o profissional deverá resolver as diferentes situações da prática profissional que surgirem ao longo do programa acadêmico. Para isso, contará com a ajuda de um inovador sistema de vídeo interativo realizado por especialistas reconhecidos.
Por meio dessa qualificação, maneje a aplicação de novas tecnologias voltadas para o desenvolvimento das capacidades do jovem com Autismo"
Adote as melhores habilidades para lidar com as famílias e garantir o bem-estar do aluno com Transtorno do Espectro Autista"
Plano de estudos
O programa deste Curso é composto de 1 módulo com o qual o aluno ampliará significativamente seu conhecimento no campo da educação para pessoas com Transtorno do Espectro Autista. Os recursos didáticos estarão disponíveis para os alunos ao longo de todo o programa, sendo acessíveis por meio de testes avaliativos, vídeos explicativos e leituras complementares. Com isso, e por meio de uma metodologia 100% online que favorece o acesso aos conteúdos 24 horas por dia, o aluno terá uma formação sob medida.
Amplie seus conhecimentos educacionais com pessoas com Autismo sem sair de casa, graças à metodologia 100% online oferecida por este programa da TECH"
Módulo 1. Entendendo o autismo
1.1. Desenvolvimento temporal em sua definição
1.1.1. Abordagens teóricas para o TEA (Transtorno do Espectro do Autismo)
1.1.1.1. Primeiras definições
1.1.1.2. Evolução ao longo da História
1.1.2. Classificação atual do Transtorno do Espectro Autista
1.1.2.1. Classificação de acordo DSM-IV
1.1.2.2. Definição do DSM-V
1.1.3. Quadro de transtornos pertencentes ao TEA
1.1.3.1. Transtorno do Espectro Autista
1.1.3.2. Transtorno de Asperger
1.1.3.3. RTT(Transtorno de Rett)
1.1.3.4. Transtorno Desintegrativo da Infância
1.1.3.5. Transtornos Globais do Desenvolvimento
1.1.4. Comorbidade com outras patologias
1.1.4.1. TEA e TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade:)
1.1.4.2. TEA e AF (Alto Funcionamento)
1.1.4.3. Outras patologias com uma porcentagem menor associada
1.1.5. Diagnóstico diferencial do Transtorno do Espectro Autista
1.1.5.1. Transtorno da Aprendizagem não verbal
1.1.5.2. Transtornos de comportamento disruptivo não especificado
1.1.5.3. Transtorno da personalidade esquizoide
1.1.5.4. Transtornos afetivos e de ansiedade
1.1.5.5. Transtorno de Tourette
1.1.5.6. Quadro representativo de transtornos não especificados
1.1.6. Teoria da mente
1.1.6.1. Os sentidos
1.1.6.2. Perspectivas
1.1.6.3. Falsas crenças
1.1.6.4. Estados emocionais complexos
1.1.7. Teoria da coerência central fraca
1.1.7.1. Tendência das crianças com TEA para concentrar sua atenção nos detalhes em relação ao todo
1.1.7.2. Primeira aproximação teórica (Frith, 1989)
1.1.7.3. Teoria da coerência central na atualidade(2006)
1.1.8. Teoria da disfunção executiva
1.1.8.1. O que conhecemos como "funções executivas"?
1.1.8.2. Planejamento
1.1.8.3. Flexibilidade cognitiva
1.1.8.4. Inibição de resposta
1.1.8.5. Habilidades mentalistas
1.1.8.6. Sentido da atividade
1.1.9. Teoria da Sistematização
1.1.9.1. Teorias explicativas apresentadas pelo Barão-Cohen
1.1.9.2. Tipos de cérebro
1.1.9.3. QE (Quociente de Empatia)
1.1.9.4. QS (Quociente de Sistematização)
1.1.9.5. QEA (Quociente do Espectro Autista)
1.1.10. Autismo e genética
1.1.10.1. Causa potencialmente responsável pelo transtorno
1.1.10.2. Cromossomopatias e alterações genéticas
1.1.10.3. Impacto na comunicação
1.2. Detecção
1.2.1. Principais indicadores na detecção precoce
1.2.1.1. Sinais de advertência
1.2.1.2. Sinais de alerta
1.2.2. Âmbito comunicativo no Transtorno do Espectro do Autismo
1.2.2.1. Aspectos a serem levados em conta
1.2.2.2. Sinais de alarme
1.2.3. Área sensoriomotora
1.2.3.1. Processamento sensorial
1.2.3.2. Disfunções na integração sensorial
1.2.4. Desenvolvimento social
1.2.4.1. Dificuldades persistentes na interação social
1.2.4.2. Padrões restritos de comportamento
1.2.5. Processos de de avaliação
1.2.5.1. Escalas de desenvolvimento
1.2.5.2. Teste e questionários para padres
1.2.5.3. Testes padronizados para avaliação pelo profissional
1.2.6. Coleta de dados
1.2.6.1. Instrumentos utilizados para triagem
1.2.6.2. Estudo de caso M-CHAT
1.2.6.3. Testes e exames padronizados
1.2.7. Observação em sessão
1.2.7.1. Aspectos a serem levados em conta na sessão
1.2.8. Diagnóstico final
1.2.8.1. Procedimentos a seguir
1.2.8.2. Plano terapêutico proposto
1.2.9. Preparação do processo de intervenção
1.2.9.1. Estratégias de intervenção TEA na atenção precoce
1.2.10. Escala para a detecção da síndrome de Asperger
1.2.10.1. Escala autônoma para a detecção da Síndrome de Asperger e do Autismo de Alto Funcionamento (AF)
1.3. Identificação de dificuldades específicas
1.3.1. Protocolo a ser seguido
1.3.1.1. Fatores a serem levados em conta
1.3.2. Avaliação das necessidades com base na idade e no nível de desenvolvimento
1.3.2.1. Protocolo para triagem 0-3 anos
1.3.2.2. Questionário M-CHAT-R. (16-30 meses)
1.3.2.3. Entrevista de acompanhamento M-CHAT-R/F
1.3.3. Campos de intervenção
1.3.3.1. Avaliação eficácia da intervenção psicoeducacionais
1.3.3.2. Recomendações das diretrizes de prática clínica
1.3.3.3. Principais áreas suscetíveis de trabalho
1.3.4. Área Cognitiva
1.3.4.1. Escala de habilidades mentalistas
1.3.4.2. O que é? Como aplicamos esta escala no TEA?
1.3.5. Área de Comunicação
1.3.5.1. Habilidades de comunicação em TEA
1.3.5.2. Identificamos a demanda com base no nível de desenvolvimento
1.3.5.3. Tabelas comparativas de desenvolvimento com TEA e desenvolvimento normotípico
1.3.6. Transtornos alimentares
1.3.6.1. Quadro de intolerâncias
1.3.6.2. Aversão às texturas
1.3.6.3. Distúrbios alimentares no TEA
1.3.7. Área social
1.3.7.1. SCERTS (Comunicação Social, Regulação Emocional e Suporte Transacional)
1.3.8. Autonomia pessoal
1.3.8.1. Terapia da vida diária
1.3.9. Avaliação de competências
1.3.9.1. Fortalezas
1.3.9.2. Intervenção baseada no reforço
1.3.10. Programa de intervenção específicas
1.3.10.1. Estudos de caso e seus resultados
1.3.10.2. Discussão clínica
1.4. Comunicação e linguagem no Transtorno do Espectro Autista
1.4.1. Etapas do desenvolvimento da linguagem normotípica
1.4.1.1. Tabela comparativa do desenvolvimento da linguagem em pacientes com e sem TEA
1.4.1.2. Desenvolvimento de linguagem específica em crianças autistas
1.4.2. Déficits de comunicação no TEA
1.4.2.1. Aspectos a serem levados em conta as primeiras etapas de desenvolvimento
1.4.2.2. Tabela explicativa com fatores a serem levados em conta durante estes estágios iniciais
1.4.3. Autismo e patologia da linguagem
1.4.3.1. TEA e disfasia
1.4.4. Educação preventiva
1.4.4.1. Introdução ao desenvolvimento pré-natal do bebê
1.4.5. 0 a 3 anos de idade
1.4.5.1. Escalas de desenvolvimento
1.4.5.2. Implementação e monitoramento de Planos de Intervenção Individualizados (PII)
1.4.6. Meios-Metodologia CAT
1.4.6.1. EI (Escola Infantil)
1.4.7. 3 a 6 anos de idade
1.4.7.1. Escolaridade em uma escola normal
1.4.7.2. Coordenação do profissional com o acompanhamento pelo pediatra e neuropaediatra
1.4.7.3. Habilidades de comunicação a serem desenvolvidas dentro desta faixa etária
1.4.7.4. Aspectos a serem levados em conta
1.4.8. Idade escolar
1.4.8.1. Principais aspectos a serem levados em conta
1.4.8.2. Comunicação aberta com o corpo docente
1.4.8.3. Tipos de escolarização
1.4.9. Âmbito educativo
1.4.9.1. Assédio escolar
1.4.9.2. Repercussão emocional
1.4.10. Sinais de alarme
1.4.10.1. Orientações para a atuação
1.4.10.2. Resolução de conflitos
1.5. Sistemas comunicativos
1.5.1. Ferramentas disponíveis
1.5.1.1. Ferramentas TIC para crianças com autismo
1.5.1.2. SAAC (Sistemas Aumentativos e Alternativos de Comunicação)
1.5.2. Modelo de intervenção em comunicação
1.5.2.1. FC (Comunicação Facilitada)
1.5.2.2. VB (Abordagem Comportamental Verbal)
1.5.3. Sistemas alternativos e/ou aumentativos de comunicação
1.5.3.1. PECS (Picture Exchange Communication System)
1.5.3.2. Programa de Comunicação Total de Benson Schaeffer
1.5.3.3. Linguagem dos sinais
1.5.3.4. Sistema Bimodal
1.5.4. Terapias alternativas
1.5.4.1. Conjunto variado e desordenado
1.5.4.2. Medicinas alternativas
1.5.4.3. Psicoterapia
1.5.5. Escolha do sistema
1.5.5.1. Fatores a serem levados em conta
1.5.5.2. Tomada de decisões
1.5.6. Escala de objetivos e prioridades a serem desenvolvidos
1.5.6.1. Avaliação, com base nos recursos disponíveis para o aprendiz, do sistema mais adequado às suas habilidades
1.5.7. Identificação do sistema adequado
1.5.7.1. Implementamos o sistema de comunicação ou terapia mais apropriado, levando em conta os pontos fortes do paciente
1.5.8. Implementação
1.5.8.1. Planejamento e estruturação das sessões
1.5.8.2. Duração e tempo
1.5.8.3. Evolução e objetivos estimados a curto prazo
1.5.9. Acompanhamento
1.5.9.1. Evolução longitudinal
1.5.9.2. Re-avaliação ao longo do tempo
1.5.10. Adaptação ao longo do tempo
1.5.10.1. Reestruturação dos objetivos com base nas necessidades demandadas
1.5.10.2. Adaptando a intervenção de acordo com os resultados obtidos
1.6. Elaboração de um programa de intervenção
1.6.1. Identificação das necessidades e direcionamento
1.6.1.1. Estratégias de intervenção na atenção precoce
1.6.1.2. Modelo Denver
1.6.2. Análise dos objetivos com base nos níveis de desenvolvimento
1.6.2.1. Programa de intervenção para fortalecer as áreas comunicativas e linguísticas
1.6.3. Desenvolvimento de comportamentos comunicativos pré-verbais
1.6.3.1 Análise comportamental aplicada
1.6.4. Revisão bibliográfica de teorias e programas no autismo infantil
1.6.4.1. Estudos científicos com grupos de crianças com TEA
1.6.4.2. Resultados finais e conclusões com base nos programas propostos
1.6.5. Idade escolar
1.6.5.1. Educação inclusiva
1.6.5.2. Leitura global como um facilitador da integração em sala de aula
1.6.6. Idade adulta
1.6.6.1. Como intervir/apoiar na idade adulta?
1.6.6.2. Elaboração de um programa específico
1.6.7. Intervenção cognitivo comportamental
1.6.7.1. ABA (Análise Comportamental Aplicada)
1.6.7.2. Treinamento de ensaios separados
1.6.8. Intervenção combinada
1.6.8.1. O modelo TEACCH
1.6.9. Apoio à integração universitária do TEA de grau I
1.6.9.1. Boas práticas para apoio aos alunos no ensino superior
1.6.10. Reforço de comportamento positivo
1.6.10.1. Estrutura do programa
1.6.10.2. Orientações a serem seguidas para realizar o método
1.7. Materiais e recursos educacionais
1.7.1. O que podemos fazer como fonoaudiólogos?
1.7.1.1. Profissional como um papel ativo no desenvolvimento e adaptação contínua de materiais
1.7.2. Lista de recursos e materiais adaptados
1.7.2.1. O que eu preciso considerar?
1.7.2.2. Brainstorming
1.7.3. Métodos
1.7.3.1. Abordagem teórica dos métodos mais comumente utilizados
1.7.3.2. Funcionalidade Tabela comparativa com os métodos apresentados
1.7.4. Programa TEACCH
1.7.4.1. Princípios educativos baseados neste método
1.7.4.2. Características do autismo como base para um ensino estruturado
1.7.5. Programa INMER
1.7.5.1. Bases fundamentais do programa. Função principal
1.7.5.2. Sistema Imersivo de Realidade Virtual para pessoas com autismo
1.7.6. Aprendizagem mediada por TIC
1.7.6.1. Software para ensinar emoções
1.7.6.2. Aplicações que favorecer o desenvolvimento da linguagem
1.7.7. Desenvolvimento de materiais
1.7.7.1. Fontes utilizadas
1.7.7.2. Bancos de imagens
1.7.7.3. Bancos de pictogramas
1.7.7.4. Materiais recomendados
1.7.8. Recursos gratuitos para apoiar a aprendizagem
1.7.8.1. Lista de páginas de reforço com programas para reforçar a aprendizagem
1.7.9. PCS (Sistema de Comunicação Pictográfica)
1.7.9.1. Acesso ao Sistema Pictográfico de Comunicação
1.7.9.2. Metodologia
1.7.9.3. Função principal
1.7.10. Implementação
1.7.10.1. Escolha do programa certo
1.7.10.2. Lista de benefícios e desvantagens
1.8. Adaptando o ambiente para o estudante com Transtorno do Espectro Autista
1.8.1. Considerações gerais a levar em consideração
1.8.1.1. Possíveis dificuldades dentro da rotina diária
1.8.2. Implementação de auxílios visuais
1.8.2.1. Diretrizes a ter em casa para a adaptação
1.8.3. Adaptação em sala de aula
1.8.3.1. Educação inclusiva
1.8.4. Ambiente natural
1.8.4.1 Orientações gerais para a resposta educativa
1.8.5. Intervenção em transtornos do espectro autista e outros transtornos de personalidade graves
1.8.6. Adaptações curriculares do centro
1.8.6.1. Agrupamentos heterogêneos
1.8.7. Adaptação das necessidades curriculares individuais
1.8.7.1. Adaptação curricular individual
1.8.7.2. Limites
1.8.8. Adaptações curricular na sala de aula
1.8.8.1. Educação cooperativa
1.8.8.2. Aprendizagem cooperativa
1.8.9. Respostas educacionais para as diferentes necessidades exigidas
1.8.9.1. Ferramentas a considerar para um ensino eficaz
1.8.10. Relação com o ambiente social e cultural
1.8.10.1. Hábitos-autonomia
1.8.10.2. Comunicação e socialização
1.9. Contexto escolar
1.9.1. Adaptação em sala de aula
1.9.1.1. Fatores a serem levados em conta
1.9.1.2. Adaptação curricular
1.9.2. Inclusão escolar
1.9.2.1. Todos nós somamos
1.9.2.2. Como nosso papel como fonoaudiólogo pode ajudar?
1.9.3. Características dos estudantes com TEA
1.9.3.1. Interesses restringidos
1.9.3.2. Sensibilidade ao contexto e suas limitações
1.9.4. Características dos alunos com TEA
1.9.4.1. Potenciais
1.9.4.2. Dificuldades e repercussão emocional
1.9.4.3. Relacionado ao grupo de igual
1.9.5. Localização do aluno na sala de aula
1.9.5.1. Fatores a serem levados em conta para o correto desempenho do aluno
1.9.6. Materiais e suportes a considerar
1.9.6.1. Apoio externo
1.9.6.2. O professor como elemento de reforço dentro da sala de aula
1.9.7. Avaliação dos tempos de conclusão das tarefas
1.9.7.1. Aplicação de ferramentas tais como antecipadores ou temporizadores
1.9.8. Tempos de inibição
1.9.8.1. Redução de comportamentos inadequados através de apoio visual
1.9.8.2. Horários visuais
1.9.8.3. Tempo para descansar
1.9.9. Hipo e hipersensibilidade
1.9.9.1. Ambiente de barulho
1.9.9.2. Situações estressantes
1.9.10. Antecipação de situações de conflito
1.9.10.1. De volta à escola Hora de entrada e saída
1.9.10.2. Refeitório
1.9.10.3. Férias
1.10. Considerações a levar em conta com as famílias
1.10.1. Fatores condicionantes para o estresse e ansiedade dos pais
1.10.1.1. Como ocorre o processo de adaptação da família?
1.10.1.2. Preocupações comuns
1.10.1.3. Gestão da ansiedade
1.10.2. Informações para os pais sobre suspeita de diagnóstico
1.10.2.1. Comunicação aberta
1.10.2.2. Orientações para a administração do estresse
1.10.3. Registros de avaliação para os pais
1.10.3.1. Estratégias de administração da intervenção TEA na atenção precoce
1.10.3.2. PEDS Perguntas relacionadas à preocupação dos pais sobre desenvolvimento
1.10.3.3. Avaliando a situação e construindo confiança com os pais
1.10.4. Recursos multimídia
1.10.4.1. Tabela de recursos livremente disponíveis
1.10.5. Associações de famílias de pessoas com TEA
1.10.5.1. Lista de associações reconhecidas e proativas
1.10.6. Retorno da terapia e evolução apropriada
1.10.6.1. Aspectos a serem levados em conta na troca de Informação
1.10.6.2. Gerar empatia
1.10.6.3. Criação de um círculo de confiança entre terapeuta - parentes - paciente
1.10.7. Devolução do diagnóstico e acompanhamento aos diferentes profissionais de saúde
1.10.7.1. Fonoaudiólogo em um papel ativo e dinâmico
1.10.7.2. Contato com as diferentes áreas da saúde
1.10.7.3. A importância de manter uma linha comum
1.10.8. Pais, como intervir com a criança?
1.10.8.1. Dicas e orientações
1.10.8.2. Descanso familiar
1.10.9. Criar experiências positivas no ambiente familiar
1.10.9.1. Dicas práticas para reforçar experiências agradáveis no ambiente familiar
1.10.9.2. Propostas de atividades que geram experiências positivas
1.10.10. Páginas da internet de interesse
1.10.10.1. Links úteis
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Curso de Autismo
De acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde, 1 em cada 160 crianças sofre de transtorno do espectro autista, o que tem aumentado progressivamente a demanda por educadores especializados no apoio e acompanhamento pedagógico de estudantes com essas características especiais. Reconhecendo a necessidade de atualização acadêmica que acompanha o desenvolvimento desse campo de trabalho, na TECH Universidade Tecnológica você encontrará o Curso de Autismo, projetado para capacitar os profissionais nas habilidades necessárias para o adequado desenvolvimento dos processos educacionais dos estudantes com TEA. Neste curso, também é dada especial atenção a elementos como comunicação, interação social, adaptação comportamental e seu papel na abordagem pedagógica da criança, bem como a importância da identificação das dificuldades específicas de cada estudante e a elaboração de estratégias educacionais adaptadas a eles.
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O atendimento às necessidades educacionais de estudantes com TEA requer grande expertise e conhecimento por parte do profissional especializado, tanto em termos de alternativas metodológicas quanto em relação às possibilidades de inclusão escolar. Esse Curso Universitário conta com um plano de estudos elaborado por especialistas amplamente reconhecidos no setor, onde você terá a oportunidade de receber uma capacitação abrangente em todas as particularidades, conhecimentos e possibilidades que envolvem o trabalho do logopedista em processos pedagógicos com estudantes com necessidades especiais. Dessa forma, atualizam-se os conhecimentos do profissional em aspectos como: abordar situações geradoras de estresse para o estudante com TEA, antecipar cenários conflitantes que possam prejudicar o desenvolvimento do aluno e elaborar programas de intervenção voltados para o fortalecimento das habilidades de comunicação e linguagem do estudante.